Na Cânhamor, acreditamos que os materiais utilizados num edifício devem contribuir não apenas para o desempenho técnico da construção, mas também para a qualidade do ambiente interior e bem-estar.
Todos os materiais presentes num edifício libertam, em maior ou menor grau, Compostos Orgânicos Voláteis (COVs) para o ambiente. A escolha de materiais com emissões reduzidas e não tóxicas, é, por isso, essencial para promover uma melhor qualidade do ar interior e criar espaços mais saudáveis.
Desenvolvidos com materiais 100% naturais, os ECOblocos foram submetidos a ensaios laboratoriais independentes para avaliação das emissões de COVs, incluindo formaldeído, e outras substâncias associadas à qualidade do ar interior.

Os Compostos Orgânicos Voláteis (COVs) são substâncias libertadas por diversos materiais de construção, revestimentos, tintas, colas e mobiliário. A sua presença no ar interior pode influenciar a qualidade do ambiente construído e o conforto dos ocupantes.
Por esse motivo, certificações internacionais como a AgBB, BREEAM e LEED v4.1 estabelecem critérios rigorosos para avaliar as emissões dos materiais utilizados nos edifícios.
A seleção de materiais com baixas emissões contribui para uma construção mais saudável, sustentável e alinhada com os mais elevados padrões internacionais de qualidade do ar interior.

Os ECOblocos foram avaliados segundo os critérios BREEAM para emissões de Compostos Orgânicos Voláteis (COVs).
Os resultados demonstraram emissões extremamente reduzidas, não só cumprindo as exigências da certificação, mas alcançando a melhor classificação possível no sistema BREEAM (Nível de Excelência).
Este desempenho confirma a adequação dos ECOblocos para projetos que privilegiam a qualidade do ar interior, contribuindo para ambientes mais saudáveis, confortáveis e sustentáveis.

Os ECOblocos foram igualmente testados segundo os critérios AgBB e LEED v4.1 para qualidade do ar interior.
Os ensaios confirmaram níveis de emissões ínfimos, muito inferiores aos limites exigidos, incluindo para COVs particularmente relevantes como o formaldeído. Estes resultados reforçam o compromisso da Cânhamor com soluções naturais, saudáveis e sustentáveis para o interior dos edifícios.
A conformidade com os critérios AgBB e LEED v4.1 permite a especificação dos ECOblocos em projetos que procuram elevados padrões de desempenho ambiental e qualidade do ar interior.

A qualidade do ar interior começa na escolha dos materiais. Com emissões residuais de COVs e resultados comprovados por ensaios independentes, os ECOblocos contribuem para edifícios mais saudáveis, confortáveis e sustentáveis.
Entre em contacto com a nossa equipa para obter apoio técnico, documentação e aconselhamento de projeto.
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